segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Desenhos de uma alma sem medo da morte...


Se tudo dependesse de mim,
As palavras, a sua salvação.
O que você me diria?
Me pediria misericórdia,
Se ajoelharia perante mim?
Eu cortaria as suas asas, sim...
Eu o veria agonizar e lamberia seu rosto molhado de lágrimas.
Eu riria vendo-o queimar no seu próprio inferno.
 Se tudo dependesse de mim isso nunca começaria...
                         
                                                                                 Lieeph.


O castigo, o saboroso fim...
O meu doce desespero.


Alice, me fale sobre o antigo pais das maravilhas...

ALICE, QUE DIABOS VOCÊ FEZ?


Eu recomendo ;*


[...] A cobiça que enegreceu seus lindos olhos espalha-se pelo seu coração,
O que seria de mim, doce criança, sem seu cheiro doce que espalha a alegria?
Ou sem o seu sorriso terno que acalma a dor?
Por que de mim se afastou criança?
Não lembra-se de nosso tão puro amor...?
O seu ódio e sua cobiça nos mataram, a sua luxúria nos faz chorar.
Por que me trata assim, jovem criança... seria apenas a sua imaturidade?
A sua cegueira inexorável e a sua tão pobre alma?
A sua testa lisa me condena, criança, o seus olhos vazios e a sua mente que adora o fútil.
Onde está você, aquela que eu lembro... a dona de tamanha perfeição?
Você se foi, amada criança. E levou consigo o que de vida havia em nós, você se foi e nunca mais voltou. 




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