segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Desenhos de uma alma julgada


Pessoas falsas, que se ajoelham todos os dias;
Pessoas que anseiam pelo meu cair.
Aquelas que lutam com a verdade,
Aquelas que bebem do sangue do seu deus.

Ouçam de seus ouvidos imundos o que a minha boca suja de escárnio tem a falar;

As almas tão imundas e esvoaçantes que clamam por mim,
Os olhos molhados e vermelhos que choram por mim,
A boca pequena e seca que canta para mim,

De nada me vale tantas ofertas de mentes pequenas e olhos cegos,
De nada me vale tanta inutilidade que conseguem produzir.

Seus corações vazios despedaçaram o meu,
As suas mãos culpadas me afastaram de ti...

Do que vale isso que fazem?
Do que valem minhas palavras se são distorcidas pelas suas mentes fracas?

Pessoas falsas, venham... venham rezar.

                                           Lieeph.


Eu não sinto mais,
Eu não vejo mais,
Eu não escuto mais,
Eu não FALO mais!
E eu não sinto...

Por você? Novamente...

                Lieeph.




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